Mestre Juvenal da Silva Freitas

Av.de Freitas. 137, 4795-163 Rebordões. Santo Tirso Telefone: 252853833 Tlm: 918287412

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Alberto Fernandes vai abrir 10 Vagas para alunos de acordeão Diatónico (Concertina).

Alberto Fernandes considera, que é importante para um músico ter a oportunidade de aprimorar a sua técnica no seu instrumento, por isso e desta forma, decidiu abrir 10 vagas para alunos que queiram estudar com ele.
Perfil do Aluno:

Ter já um conhecimento médio do instrumento;

Ter capacidade de empenho e ter uma postura responsável;

Ter espírito crítico social e cultural.

Para as candidaturas enviar um e-mail para tascadamusica@gmail.com , com curriculum vitae e se possível um tema gravado, nem que seja em baixa qualidade sonora.
Nota: as aulas serão no seu estúdio que fica na sua residência, uma aula de 50 minutos por semana.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mar de Rosas

Mar de Rosas:) Gravado ao vivo!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A Tasca da Música em Pinhel dia 22 de Agosto :)

A Tasca da Música estará nas festas da cidade de Pinhel no dia 22 de Agosto



Pinhel é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e subregião da Beira Interior Norte, com aproximadamente 2.578 habitantes.Também conhecida por Cidade Falcão, é sede de um município com 486,15 km² de área e 10 182 habitantes (2006), subdividido em 27 freguesias.

O município é limitado a norte pelo município de Vila Nova de Foz Côa, a nordeste por Figueira de Castelo Rodrigo, a leste por Almeida, a sul pela Guarda e a oeste por Celorico da Beira, Trancoso e Meda.

O nome "Pinhel" deriva da grande quantidade de pinheiros existentes nessa zona. A proximidade de Pinhel a Espanha fez com que esta fosse um fulcro de um dos mais avançados centros fortificados até à assinatura do Tratado de Alcanizes.

Na parte setentrional (norte), situa-se o Parque Arqueológico do Vale do Côa, compartilhado com algumas municipalidades vizinhas, recentemente declarado Património Mundial pela UNESCO.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Murinheira de Airão


video gravado por telemovel.......:)

Video do Tango "Sopas de Mel"



video gravado por telemovel, na apresentação do projecto Tasca da Música.....:)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A Tasca da Música na Vila de Gonçalo

O Projecto “A Tasca da Música” estará no dia 19 de Junho nas comemorações da vila de Gonçalo! :)

Fica aqui também um pouco da Vila:)
A Vila de Gonçalo, geograficamente entalada entre a Beira-Alta e a Beira-Baixa, desenvolveu desde há muito uma estreita ligação com o artesanato em verga e vime. Em finais do século XIX, a cestaria tomava já a forma de pequena indústria, produzindo cestos sob a forma de utilitários para uso doméstico e também comercial. No Inicio do século XX, cesteiros Gonçalenses encontravam-se espalhados pelo País e também por Espanha, muitos concentraram-se em Vigo onde exerceram a profissão de cesteiros, vindo a dar nome a uma rua “Calle dos Cesteiros”. As novas gerações de Gonçalenses iniciavam a aprendizagem da arte muito cedo, prolongando-a por toda a sua vida. Em 1885 é regulamentado pelo delegado escolar da freguesia, o horário do exercício escolar de forma a conciliar a aprendizagem das letras e dos números, com a aprendizagem dos cestos. A forma dos cestos andou sempre de mãos dadas com a função. Assim evoluiu a cestaria em Gonçalo. As mãos ágeis e sensíveis dos artesãos, souberam sempre criar um produto que desse resposta a uma necessidade, estabelecendo-se uma relação harmoniosa e sensível entre o homem e o meio que o rodeia e influencia. Até finais dos anos oitenta do século passado, Gonçalo foi terra de cesteiros, com uma indústria familiar e de patrões, dando emprego directa ou indirectamente a quase um milhar de Gonçalenses. As muitas gerações de cesteiros elevaram o seu artesanato a um nível de excelência, muito para além dos padrões que definem o artesanato em geral. É o porte magnífico, a nobreza e a singeleza dos cestos de Gonçalo que melhor definem a sua história enquanto povo artesão. Os Gonçalenses cultivaram uma identidade, souberam mostrar o homem e a sua dignidade. Actualmente são cerca de meia centena os cesteiros em actividade. Muitos com mais de meio século de profissão. É a eles que queremos prestar a nossa homenagem, pois são eles que ainda mantêm a nossa identidade viva

quinta-feira, 3 de junho de 2010